EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A. O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke reconheceu nesta quinta-feira que terá que negociar com as autoridades estaduais a permissão para vender cerveja nos estádios durante a Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil. "Vamos negociar com cada uma das sedes, não é o fim do mundo", afirmou Valcke em entrevista coletiva concedida em Brasília, após uma reunião com o Governo e o Comitê Organizador Local (COL). Ao sancionar a lei que regerá todos os aspectos do Mundial, a presidente Dilma Rousseff autorizou a venda de cerveja nos estádios, mas deixou uma brecha para que a decisão seja das autoridades locais onde a comercialização atualmente é proibida. O secretário-geral minimizou a importância do assunto, que gerou as maiores polêmicas entre a Fifa e o Governo nos últimos meses, e disse que ambas as partes "não estão em conflito". Sobre a evolução das obras para a Copa, o Valcke afirmou que a maioria dos projetos estarão prontos a tempo porque nos últimos meses "todo mundo trabalhou com mais afinco". A única dúvida é se a Arena Pernambuco, no Recife, poderá ser incluído na lista de seis sedes da Copa das Confederações de 2013, embora já esteja confirmado para o Mundial. A data limite para a decisão é 1º de novembro deste ano, segundo o secretário-geral. Valcke também confirmou que o sorteio da Copa das Confederações será realizado em São Paulo, e o da Copa, em Salvador. Fonte: Terra |
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Fifa admite negociar venda de cerveja com Governos estaduais
terça-feira, 3 de julho de 2012
Sport escapa de perda de mando, mas leva multa de R$ 1.200 no STJD
Mesmo suspenso diante do Palmeiras, Roger comemora decisão do STJD
"Eu falei que a justiça ia ser feita. Todo o tempo eu estava tranquilo. Até porque foi uma súmula muito contraditória, e as imagens mostram que em nenhum momento eu falei os palavrões que ele colocou. O que mais me revoltou foi ele ter falado que eu tentei agredi-lo. Acho que isso foi um golpe muito baixo da parte dele", desabafou o atacante após o julgamento no Rio de Janeiro.
De acordo com os relatos do árbitro Wagner Reway, em jogo pela terceira rodada do Brasileirão, o atacante e capitão da Ponte teria proferido palavrões e o ameaçado após o gol de empate do Flamengo. Roger afirmou ter falado de forma ríspida com o juiz, porém, negou ter o xingado e ameaçado, conforme comprovado no vídeo apresentado pelo advogado Gustavo Martins.
Ciente de que seria penalizado, o atacante não retirou sua culpa, mas destacou estar satisfeito com a decisão do julgamento. "Foi feita justiça. Todo o tempo eu disse que teria que ter uma punição. Eu fui expulso e falei algumas palavras para ele, mas eu saio satisfeito", disse.
Sobre a partida contra o Palmeiras, o artilheiro da equipe, com três gols marcados, afirmou que preferia estar em campo e lutar por mais um triunfo da Macaca. "Gostaria de ser absolvido. Domingo tem um jogo muito gostoso em Campinas, contra o Palmeiras, mas eu acho que devido à repercussão, (o resultado) está de bom tamanho", finalizou.
Pela oitava rodada do Brasileirão, Ponte Preta e Palmeiras entram em campo no próximo domingo, dia 8, às 18h30, no Moisés Lucarelli. Jogando em casa e com o adversário focado na final da Copa do Brasil, a Macaca espera chegar à sua terceira vitória na competição e se aproximar ainda mais da zona de classificação para a Libertadores.
fonte:Justiça Desportiva